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<name>Alexandre</name>
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<title mode="escaped" type="text/html">O que que o alexandre foi buscar na europa?</title>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">Esse podcast, como o primeiro alias, eh so audio. Nao so pelas condicoes (computador novo, pressa pra fazer as malas) mas por que achei que qualquer imagem que adicionasse so ia distrair da mensagem. Entao esse eh para ouvir olhando para um ceu bonito desses que sei que anda fazendo no rio...<br/>
<br/>Musica de fundo: <a href="http://log.tenseforms.com/notes/">The Notes and Scratches</a> - <a href="http://log.tenseforms.com/notes/uploads/audio/in_the_city_of_eggtimers.mp3">In the City of Eggtimers</a>
<br/>
<br/>Cambio desligo, desmonto o computador, embalo, talvez de um passeio pra aproveitar a tarde que anda fria mas nao muito... Amo voces. E voce ai linda, mais ainda.</div>
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<title mode="escaped" type="text/html">as pessoas que entram quando voce abaixa a guarda</title>
<content mode="escaped" type="text/html" xml:base="http://www.wanderingabout.com/paris/" xml:space="preserve">&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/avsa/107859361/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/44/107859361_abdbe162aa_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/avsa/107859361/"&gt;as pessoas que entram quando voce abaixa a guarda&lt;/a&gt;    Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/avsa/"&gt;Alexandre Van de Sande&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;eu tentei assim que resolvi a questao computador adiar meu voo para omais rapido possivel. Nao consegui mas no fundo, foi melhor assim:voce tem de partir deixando as coisas bem resolvidas, se despedirdecentemente das pessoas que se importam que voce vai, mesmo que vocenem soubesse que tinham tantas assim&lt;p&gt;sexta feira foi minha "evaluation" na ensci. Ate aquele momento pramim esse estava sendo um momento empurrado com a barriga por todomundo. as avaliacoes que tinha recebido dos professores de outrasmaterias tinham sido tao curtas, tao sucintas que tinha me sobrado umgosto amargo de no-fundo-ninguem-se-importa. Preparei uma apresentacaopowerpoint (melhor:Keynote(r)) curtinha e tinha como testemunhas umcolega da ensci, uma professora e a liz davis. Mostrei alguns dos meustrabalhos, algumas d eminhas fotos, falei o que andei fazendo naeuropa intra e extra-ensci, mostrei a minha evolucao nas ferramentas efoi bonito ve rque eles se interessavam, e nao era so uma formalidadede marcar nota no papel. Se emocionavam, mesmo com o video com tantotexto da viagem com a fernanda. Curtiram faziam perguntas e depois detodos terem ido embora continuamos conversando, eu e a Liz, um bompedaco de tempo, sobre europa, os franceses e sobre carreira. Elaparecia como alguem da minha familia na hora que nos dizemos tchau.&lt;p&gt;A noite meus amigos da ensci me organizaram uma festinha, cujo convitequase se perdeu no meio de outros emails nao lidos no meio da confusaodo computador, em homenagem e minha partida, com direito a um mapa dafranca desenhado na mesa onde todo mundo ia trazendo uma comida de suacidade e marcando no mapa de onde vinha. Conversamos, rimos, jogamos.No final teve um bolo surpresa ao outro alexande que faziaaniversario. E depois, eles todos com cara de quems estao armandoqualquer coisa, quem recebeu a surpresa foi eu.&lt;p&gt;Isso que esta na foto é um presente que eles fizeram especificamentepra ocasiao. Uma caixinha com diversas fotos do atelier que participeie das pessoas que nele estiveram, feita em madeira com tampinha deacrilico. A caixinha nao eh especialmente bonita ou superpratica paracolocar na mala, mas o que ela dizia pra mim foi tao legal que atei meenvergonhei. Dizia que enquanto eu estava me preparando pra ir emborao mais rapido possivel, achando que a escola ja tinha dado o que tinhaa dar, e que meus colegas ja tinham entrado em outra, esses colegasestavam se dando ao trabalho de me inventar uma lembrancinha. Gentecom quem nao falei tanto assim, com quem nao sai para beber, com quemnao fui a noitadas, mas gente com quem convivi, dei e ouvi conselhos,fiz piadas na aula e ajudei no trabalho. Gente que se importa.&lt;p&gt;É verdade, talvez um professor nao seja uma pessoa pela qual passamtantas vidas na frente dele e ele nao guarda nada. Um dia quando eramais novo participei de um workshop da faber castell onde oresponsavel sorteou uns produtos no final. Ele queria que eu ganhasseum produto (talvez por que fosse o mais novo da turma) e vendo que naodeu certo na primeira tentou uma segunda, e essa tambem naofuncionando me chamou em um canto e me deu um conjunto delapis-pasteis secos que ate hoje guardo, como um dos tokens de "vai emfrente" mais bacanas que ja recebi.. Nunca esqueci desse sujeitoanonimo, so porque em um momento ele me deu um presente.&lt;p&gt;Pois é, talvez a gente deixe mesmo uma marquinha nos lugares e emalgumas pessoas pela qual passamos. E isso é tao bonito..&lt;br clear="all" /&gt;</content>
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<name>Alexandre</name>
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<title mode="escaped" type="text/html">propaganda gratuita</title>
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<p class="mobile-post">o rodrigo eh um cara que em geral voce nao deve acreditar. quando ele<br/>te contar de algo bizroo e longiquo chamado guerra de camelos,<br/>desconfie que saiu da imaginacao fertil dele. quando te contar de uma<br/>republica independente monastica, pense se ela nao existe somente no<br/>blog dele. quando te descrever a historia da bandeir dadaista da<br/>pomerania, cuidado, talvez so metade da historia faca sentido, para<br/>que o google possa parecer confirmar a mentira total.</p>
<p class="mobile-post">mas ele escreveu dois posts falando sobre experiencias aue eu mesmo<br/>vivi e concordo integralmente.<br/>nao deixem meu ultimo posts apressado, fruto de um cansaco e falta de<br/>saudades, ofuscar o que foi uma viagem indescritivel sim.</p>
<p class="mobile-post">os dois ultimos posts dele, faco delas minhas palavras</p>
<p class="mobile-post">
<a href="http://desembolog.blogspot.com/2006/02/contrio-do-ctico.html"> sobre uma viagem</a> e <a href="http://desembolog.blogspot.com/2006/02/aniversario.html"> sobre a viagem toda</a>
</p>
</div>
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<name>Alexandre</name>
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<title mode="escaped" type="text/html">um canceriano sem lar II</title>
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<p class="mobile-post">Dizem que as viagens servem para testarmos nossos limites - eu descobri o meu.<br/>Depois de 20 noites dormindo em albergues, 24 dias viajando, 30 dias<br/>me sentindo sem casa, 45 dias sem abracar a fernanda, 166 dias sem ver<br/>a familia e 173 sem programas com namorada, eu passei do meu. Na<br/>verdade no trem pra istambul eu ja tinha a sensacao de "que que eu to<br/>fazendo aqui", e ao chegar em milao ja tava rodando na reserva fazia<br/>tempo.</p>
<p class="mobile-post">Alguns mamiferos superiores (e outros nem tanto assim) tem como parte<br/>de seu ciclo vital uma busca por novos lugares, exploracao de<br/>possiveis locais onde o ninho seja mais seguro ou a comida mais farta,<br/>no qual ao fim desse ciclo ele deve voltar para seu ponto de partida.<br/>Depois de certo limite de tempo o corpo vai percebendo que nao ha<br/>nenhum estabilizacao nos periodos entre as funcoes do corpo, as horas<br/>de comer, dormir e andar sempre ativas, o consciente sempre ativo,<br/>explorando, atento. Em determinado ponto ele puxa a cordinha que<br/>significa que ele provavelmente esta eh perdido, rodando em circulos e<br/>que o polo sul deve ser do outro lado e todos os hormonios<br/>responsaveis crem para a corrente sanguinea, felizes de trabalharem. O<br/>coracao bate naquele ritmo duro, forte e constante, de quando a<br/>adrenalina vem te dizer que algo esta errado, mas o corpo nao reage a<br/>altura, nao luta nem foge. O mesmo paradoxo nos segundo que se seguem<br/>a um assalto no qual voce nao teve muita reacao, a mesma quando voce<br/>doa sangue e sangra por um tempao sem justificativa compreensivel<br/>nesse nivel profundo e popular. As celulas cochicham entre si,<br/>reclamam baixinho, nenhuma entendendo direito o que se passa naquele<br/>governo central que eh o cerebro.</p>
<p class="mobile-post">Aterrisei em milao com a revelacao de que ninguem naquela cidade<br/>inteira dava a minima importancia para onde eu ia dormir naquela<br/>noite. dormi ruminando, oque que estou fazendo aqui, e acordei<br/>entendendo. abandonei uma noite de albergue e fui direto a turim no<br/>primeiro trem, que afinal era a unica coisa que eu vim fazer na<br/>italia. decidi voltar pra casa (ou qualquer coisa parecida) mais cedo<br/>e ia a paris o mais rapido possivel. Sairia inclusive mais barato do<br/>que tres dias de viagem e comida...</p>
<p class="mobile-post">Me encontrei com um designer de usabilidade. conversamos umas duas<br/>horas sobre interatividade, usabilidade, trabalho. Eu me senti<br/>tranquilo, diferente de quando estava em londres. Uma dessas poucas e<br/>divertidas situacoes awkward, mais para o outro que para voce, que no<br/>fundo acho bem divertidas. Ele nao entendendo exatamente o que aquele<br/>jovem estava fazendo la, eu simplesmente conversando. Nao tinha<br/>perguntas especificas, talvez esse tenha sido a parte errada do<br/>approach: eu tinha respostas demais as minhas proprias perguntas,<br/>queria conversar, verbo intransitivo, nao ter respostas exatas. Ele<br/>falou sobre usabilidade aplicada a tratamento publico de diabetes<br/>(engracado na IDEO eu ouvi sobre design interativo aplicado ao<br/>processo legislatorio da finlandia, eu vou pensando em dvds e<br/>telefones e eles falam sobre servicos e sistemas muito maiores-<br/>interessante), ele falou sobre a historia de turim (se sentindo um<br/>tanto desconfortavel, eu certamente nao era a compania que ele<br/>preferia ter no almoco). Guardei uma frase. Todo mundo se acha<br/>importante, e ele no fundo falava de mudar o mundo por design,<br/>melhorar tudo por usabilidade e perguntei se nao era isso o que os<br/>todo mundo tentou faz tanto tempo.</p>
<p class="mobile-post">"yes, but le corbusier didn't listen to people"</p>
<p class="mobile-post">* * *</p>
<p class="mobile-post">nao consegui o primeiro trem para paris, peguei o da manha seguinte.<br/>estou aqui na ensci. fazendo as malas.</p>
</div>
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<p class="mobile-post">AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHH</p>
<p class="mobile-post">(segue)</p>
</div>
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<title mode="escaped" type="text/html">saındo pra ıstambul</title>
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<p class="mobile-post">estamos ındo pra ıstambul. a capadocıa foı um desses lugare sbonıtos<br/>de ver, mas a vıagem foı tudo menos thrıllıng. bonıto como o homem<br/>cava buracos nas rochas. vımos ıgrejas belas esculpıdas tentando<br/>ımıtar colunas romanas ınuteıs, ja que a proprıa pedra sustentava a<br/>estrutura. me lembrou dos arquıtetos dos anos setenta que pregavam o<br/>fım da lınha reta tao onıpresentes em nosso cotıdıano. por uma casa<br/>maıs aredondada, em formatos hexagonaıs ou somente blobs generıcos.<br/>anos depoıs com op advento da tecnologıa dıgıtal os arquıtetos podıam<br/>e fızeram mılhares de projetos de museus espalhados pelo mundo, onde o<br/>desıgner cria o ameboıde que quıser e o computador consegue calcular<br/>todos os trıangulozınhos para deıxa-o em pe. a quer saber, eu vı<br/>cıdades inteıras com formatos de blobs. ou cavernas como costumavamos<br/>chamar ısso. e saı com uma enorme necessıdade da lınha reta. essa<br/>nossa ınvencao de colocar ordem no mundo, de dızer a natureza que quem<br/>mqndq somos nos, essq tentatıva de ajeıtar nossas vıdas e tracar<br/>nossos detsınos enretabndo nossas casas. ah que tranquılo e<br/>confortavel e o angulo de noventa graus.</p>
<p class="mobile-post">nao era o que dızıam ha trınta anos atras. talvez a culpa nao seja dos<br/>angulos. como a culpa nao era do estadıo. a fachada exterıor das<br/>ıgrejas da capadocıa sao cones ou cogumelos que cabem em fılmes de<br/>fıccao cıentıfıca, o oposto sımetrıco do estadıo de hıtler em berlım,<br/>onde as perpendıculares de concreto lembram a natureza quem eh que<br/>manda.</p>
<p class="mobile-post">teve um lıvro que lı que descrevuıa um planeta, quarto a partır do<br/>sol, onde as pessoas eram ınfelızes. havıam solucoes para o problema<br/>mas tıodas envolvıam mudar de lugar grandes quantıdades de pedacos de<br/>papel verde o que era ıronıco poıs nao eram os pedacos de papel que<br/>estavam ınfelızes...</p>
</div>
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<title mode="escaped" type="text/html">capadocıa</title>
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<p class="mobile-post">prımeıro o  teclado turco tem doıs i. um sem ponto, o ı, pronuncıado<br/>como  o u de duh e o outro com ponto noss querıdo e conhecıdo i. no<br/>teclado o ı esta no lugar do nosso velho i entao os meus dedos nem vem<br/>a dıferenca. talvez saıa como y talvez saıa como um negocıo em chınes.<br/>fıcq feıo como i sem ponto mesmo assım. e aında ano sareı totalmente<br/>dos teclados franceses que ınvertem a com q.</p>
<p class="mobile-post">a capadocıa eh bonıta sım. o dıa perdeu um pouco do charme porque<br/>estavamos em um tour com um monte de coreanas e um japones maluco.<br/>nada contra os eırentaıs, mas o rıtmo do tour nao era necessarıamente<br/>o nosso entao fıca chato. e nos obrıgam a vısıtar um alojınha de onıx<br/>se quısermos pegar o almoco. rodızıo alıas e eh uma delıcıa. comemos e<br/>dormımos como nunca.</p>
<p class="mobile-post">exıstem alguns lugares unıcos, que surgem por acaso e pela<br/>ımprobabılıdade de um monte da fatores. veneza eh o maıs facıl.<br/>meteora outro. a capdocıa toda vem de uma pedra, o tuff, que tem a<br/>proprıedade de estar no ponto certo entre resıstencıa e maleabılıdade<br/>que permıtıu que todas as cıvılızacoes que aquı passaram, hıtıtas,<br/>romanos, crıstaos, greos e turcos, fossem cavando um buraco a maıs,<br/>uma sala, um corredor. e o resultado sao algumas muıtas cıdades e<br/>ıgrajas eculpıdas claustrofobıcas na pedra.</p>
<p class="mobile-post">mas bom mesmo foı a guıa deıxar a gente se perder sozınho por vınte<br/>mınutos na cıdade. eu e rodrıgo que me contagıou com a manıa dele por<br/>labırıntos parecıamos num sonho de cıranca num grande labırınto<br/>trıdımensıonal de buracos e escadas. ganhou o dıa.</p>
</div>
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<p class="mobile-post">hoje foi um dia melhor em istambul. fugimos das atracoes turisticas<br/>com precos extorsivos e fomos andar pela cidade. de ontem pra hoje<br/>entrei em nove mesquitas, vi duas oracoes islamicas, andei por<br/>diversos bazares, nao gastei quase nada e comi um ravioli turco com<br/>iogurte pra poder variar um pouco do kebab.</p>
<p class="mobile-post">descobri que as oracoes muculmanas sao temperadas por silencios. que a<br/>chamada para a reza em istambul, cidade de duzentas mesquitas, e uma<br/>sinfonia polifonica, cada minarete tocando um grito de dor do alcorao.<br/>descobri que os bairros pobres de istambul se misturam com o resto,<br/>labirintos interessantes mais pelo charme do caos que pelos predios.<br/>descobri que estar do outro lado do mundo nao parece diferente de<br/>estar no saara. mesma pedra, mesma gravidade, mesmo burburinho, mesmos<br/>anuncios de shampoo. poderia me visualizar estando em qualquer lugar<br/>do mundo hoje. vendo as pedras de perto, as da muralha do palacio<br/>topikapi ou da china. ervas daninhas do machu pichu. todo lugar do<br/>mundo tem ervas daninhas, propaganda de cigarro, tudo. muda a lingua.<br/>fica uma enorme sensacao de o que estou fazendo aqui. fica um buraco<br/>de ver o mundo e nao voltar para lugar algum, nao contar a ela. sabe<br/>as vezes eh maio pointless essas semanas demais. faltam mais duas.<br/>nunca fiquei tanto tempo assim sem casa.</p>
<p class="mobile-post">depois de amanha vou a capadocia afinal. depois volto a berlin e pego<br/>um aviao para a italia, pra poder dizer ao paulo que visitei gente<br/>importante. nao vou visitar a fabrica-chega de escolas um pouco.<br/>depois mais um fim de semana em paris, resolvendo as ultimas<br/>pendencias. depois, casa.</p>
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